Novos materiais e blocos lançados em 2015

No último post comentei que nesse mês de julho eu escreveria sobre as novas pranchas com o sistema de stringers intercambiáveis. Esse sistema foi criado pela marca australiana Rheopaipo (mas não foi colocado no mercado) a alguns anos e lançado em 2015 com o nome de “ISS” por algumas das principais marcas mundiais.

A Broady Indonesia Global, fábrica localizada na Indonésia e que tem Nick Mesritz como cabeça pensante, tem monopolizado as principais novidades e lançamentos de materiais para a construção das tradicionais pranchas de bodyboard. Digo “tradicionais” porque nossas pranchas são fabricadas da mesma maneira a mais de 30 anos, com versões diferentes e aperfeiçoadas dos mesmos materiais praticamente. Não que isso seja ruim, mas o mercado acaba se desenvolvendo num ritmo lento e dependendo bastante da boa vontade das indústrias de matéria-prima para lançar algo diferente.

Depois da centralização de quase toda a produção mundial de pranchas nas duas fábricas na Ásia (Broady na Indonésia e Agit em Taiwan), foi possível perceber uma maior rapidez no desenvolvimento e tentativas de novos materiais e “sanduíches”. Inclusive a variedade de diferentes cores nos materiais aumentou. Isso é possível por um motivo simples: Quando se tem uma fábrica que cuida da produção de mais de 10 marcas diferentes, você consegue uma negociação diferente na hora de comprar matéria-prima. Você não está comprando 1000 “kits”para a produção de pranchas de uma só marca. Você está negociando (hipoteticamente) 10.000 blocos, 10.000 folhas de PE para os decks, 10.000 folhas de Surlyn para o fundo, e por aí vai. Esse maior poder na hora da compra do material acaba possibilitando a criação de novos blocos com diferentes densidades (como NRG, Loaded, D12 e etc), novos sanduíches de bloco (QuadCore, Tension Tech e Skintec) e também uma possibilidade maior na variedade de cores, como vimos nos últimos anos na grande quantidade de cores disponíveis nos fundos de Surlyn. Até a década de 90 o fundo das pranchas era quase sempre na cor branca, com raras exceções. Hoje temos mais de 10 diferentes cores.

E desde 2009 a marca australiana Rheopaipo (que teve como atletas grandes nomes como Ben Holland e Damian King) ensaiava o lançamento dessa tecnologia de troca de stringers para as diferentes condições de onda e também temperatura da água. Mas por algum motivo, essas pranchas da Rheopaipo nunca chegaram ao mercado realmente.

Movement_ISSPLUG_11V15OL.aiPublicidade da Rheopaipo no primeiro “lançamento” do sistema ISS. Imagem: Rheopaipo.com.au

Mas a partir de 2013 começamos a ver os atletas das marcas comandadas por Nick Mesritz (como Dave Winchester e Ryan Hardy na época) utilizando exatamente a mesma tecnologia em alguns vídeos e campeonatos, o que acabou despertando a dúvida de se essas pranchas ISS seriam realmente colocadas no mercado. Como Mez e toda a sua estrutura na Indonésia não dá ponto sem nó, em maio desse ano as pranchas começaram a chegar nas lojas, inicialmente na Inglaterra e Estados Unidos.

Esse sistema tem uma série de vantagens. Quem ainda pegou a fase das pranchas sem stringer sabe como o stringer acabou aumentando a durabilidade das pranchas, mas ao mesmo tempo limitou a resposta do bloco nas cavadas. Uma prancha sem stringer tinha uma projeção inigualável, mas na mão de certos atletas durava poucos meses.

NMD-ISS-interchangeable-stringer-bodyboards_1E a versão já finalizada e colocada no mercado pela fábrica Broady Global. Imagem: Bodyboardking.com

Mas com a possibilidade de se colocar um stringer mais mole ou mais rígido acabamos com esse dilema de projeção/durabilidade. Você pode ir testando diferentes usos em diferentes condições de onda (mar pequeno, mar grande, onda mais cheia, onda buraco). Acredito que podemos também utilizar a prancha sem stringer, apesar de ainda não recomendado nem disponibilizado pelo fabricante. E aquela prancha que já está bem dobrada e “mastigada”, pode ganhar vida nova com um stringer mais rígido.

Na etapa do mundial em Itacoatiara já vimos grandes nomes do circuito usando essas pranchas, casos de Amaury Lavernhe e Jared Houston.

11209461_393378997514153_4309989252981571846_nO atual campeão mundial Amaury Lavernhe com uma prancha da marca Sniper e o sistema ISS. Imagem: APB Tour – Itacoatiara Pro

Outra possibilidade é de se usar a mesma prancha em lugares com diferentes temperaturas da água. Geralmente em ondas com água mais gelada (como Chile ou Austrália) usa-se um bloco com material mais mole, como NRG e PE, ou uma prancha mais fina, que teoricamente duraria menos tempo. Com o sistema ISS coloca-se um stringer mais mole naquela prancha de PP e pronto. Pode-se assim levar apenas duas pranchas em uma viagem, com shapes diferentes (de repente uma com rabeta bat-tail e outra com rabeta crescente por exemplo), e ter 8 opções diferentes com apenas 2 pranchas e 4 stringers.

175209_706585072698560_927985060_oConfiar e saber exatamente que equipamento usar é fundamental em momentos como esse. Gustavo Martins negociando uma despencada no litoral de São Paulo. Imagem: Rodrigo Nattan Fotografia

Por enquanto a maioria das marcas fabricadas na Indonésia tem lançado sua linha 2015/2016 com o sistema ISS, por uma pequena diferença de preço em cima das pranchas “normais”. Cada stringer extra custa entre 70 e 80 dólares, mas dadas as vantagens já descritas aqui acho que acaba valendo muito a pena. Marcas como NMD, VS, Science, Sniper e Pride já tem pranchas disponíveis nas lojas lá fora, enquanto Hubboards e Stealth devem lançar sua linha em breve. A QCD também lançará pranchas ISS apesar de ter suas pranchas fabricadas na fábrica de Taiwan.

Tive a oportunidade de comprar uma prancha dessas no começo de junho, e apesar de ainda não ter tido acesso a outros stringers além do “mid flex” que vem junto com a prancha, a possibilidade de se trocar sua rigidez minutos antes de se entrar na água é fantástica.

Outra novidade lançada recentemente é o bloco chamado QuadCore ou TensionTech. Esse bloco é uma nova versão de um sanduíche longitudinal de bloco com diferentes densidades, como foi o finado bloco 3D lançado em 2009. É uma colagem de duas ou três camadas de bloco (com a camada de cima sendo mais mole) e mais duas telas pra garantir durabilidade. No caso da versão usada pela marca Hubboard, são 4 peças, por isso o nome QuadCore. Já no TensionTech (usado pelas marcas NMD, VS e Stealth) são 3 peças de espuma e mais duas telas.

Hubboards-Quad-Core-Bodyboard

Corte do bloco QuadCore onde vemos suas camadas, e o vídeo de lançamento com Jeff Hubbard humilhando os meros mortais. Imagem: hubboards.com

Essa porção mais mole do bloco por baixo do deck garante uma maior projeção, já que toda essa parte de cima da prancha se comporta como algo já amaciado. Não existe aquela sensação de prancha dura típica de todas as pranchas novas. Na volta das manobras esse pedaço mais mole também te ajuda a não perder parte das costelas naquele backflip estratosférico. 🙂

tension_tech_1_Corte do bloco Tension Tech mostrando suas camadas de bloco e tela. Imagem: Bodyboardking.com

A fábrica localizada em Taiwan também lançou um bloco utilizando-se do mesmo princípio do TensionTech, e já o disponibiliza nas suas pranchas a algum tempo, inclusive na linha GTBoards do hexa campeão Guilherme Tâmega. O chamado Skintec também usa “fatias”de densidades diferentes, garantindo mais conforto e projeção nas cavadas.

Todas essas novas tecnologias tem servido não só pra te dar uma maior performance dentro d’água, mas também para garantir uma maior durabilidade das pranchas. Lembrando sempre que esse assunto “durabilidade” é muito delicado, sempre friso aqui que prancha de bodyboard não foi feita pra durar. A flexibilidade é o nosso diferencial comparando-se todos os outros esportes onde pranchas são usadas. Senão seria muito simples, coloca-se meia dúzia de stringers em um bloco super rígido e a prancha será eterna. Mas não irá fazer nenhuma cavada nem conseguirá completar aquele drop despencando lá de cima. A busca pela combinação perfeita de projeção, dureza e durabilidade é realmente longa, e testar o máximo de combinações possíveis pode te levar a achar a prancha perfeita.

Até a próxima, nos vemos na água!

Paulo Fleury

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21 thoughts on “Novos materiais e blocos lançados em 2015

  1. Boa matéria, e de fato não é novidade as pranchas com ISS uma pena nunca ter chegado ao mercado brasileiro antes com a Rheopaipo, e agora com a Pride, Sniper e Hubboards devem sair agora imagina o preço?

    • Na verdade a Rheopaipo nunca colocou essas pranchas no mercado, apesar do site ainda estar até hoje no ar. E o preço é praticamente o mesmo de pranchas com stringer fixo. Aqui no Brasil por enquanto só via correios e pagando taxas de importação.

  2. Bom dia Paulo,
    Muito bons os seus textos. Fiquei bastante tempo surfando esporadicamente devido a trabalho, estudos, família, e a mais ou menos um ano voltei com força total. Então, acompanhando suas dicas vou me situando novamente no esporte. Agradeço seu empenho pelo nosso esporte. Um abraço!

    • Valeu Daniel, obrigado pela força. Que bom que voltou a surfar, acho que quem tem realmente gosto e ligação com o esporte não consegue ficar muito tempo longe. Abraço!

  3. aeee, bela coluna, Paulo. ótimas colocações como sempre!! para mim a flexibilidade de ter tipos de prancha é a grande sacada da nova tecnologia. estou indo para a Indonésia e acredito que duas pranchas darão conta do recado. em outras trips sempre levava três no mínimo. Abraços e te vejo no LN

  4. Fleury, manda muito bem meu velho!! Já elogiei seus posts no artigo sobre o PFS. E graças a seu post hoje estou com uma máquina. Uma VS PFS II de Winchester. Gostaria de poder relatar a real sensação de surfar com essa prancha, mas é difícil porque ela está a um patamar muito acima das outras que surfei antes. Só para exemplificar nos primeiros dias de surfe eu tive que usar as nadadeiras para freiar, isso mesmo, freiar porque ela estava muito acima da velocidade que estava acostumado, já que com as pranchas anteriores usava nadadeiras para conseguir mais velocidade. È muito louca a prancha!!!.

    Tenho muito o que aprender ainda de bodyboard, mas como esportista amador vejo que a cada lançamento as marcas resolvem um problema pontual, mas não agregam características “tops” com novas tecnologias, por exemplo não temos umas PFS com ISS. Creio eu que seja uma estratégia de venda, senão a linha de produtos seria reduzida.

    Quero registrar também que além da ótima experíência com a prancha, tive um ótima experiência com a compra através do site Bodyboard King (do Tob Player, irmão de Ben Player). Creio que como consumidores no Brasil temos receio de chegada, se vão entregar etc. Comprei uma prancha top, com preço justo e entrega em 20 dias (a demora maior foi dentro do Brasil). Quanto a alfândega é loteria, no meu caso taxaram R$ 48 o que valeu mais ainda a compra. Infelizmente não temos lojas especializadas com a variedade que os gringos tem, gostaria muito de estar aconselhando uma loja Brasileira, mas….se souberem registrem aí.

    Fleury, aí vai uma sugestão de post…Nadadeiras! Simétricas, assimétricas, marcas materiais. Já que algumas médicos aconselham a simetria das nadadeiras porque a maioria dos atletas usa assimétricas…enfim acho que vale um post.

    Forte abraço e parabéns!

    Leandro

    • Valeu Leandro, fico muitíssimo grato só de você se importar e escrever um feedback desses! Quanto ao que você falou, as PFS são realmente as melhores pranchas do mercado, não existe discussão sobre isso. Infelizmente a única maneira de se ter acesso as novidades e materiais de ponta é mesmo através dos sites internacionais. A BBking é uma das melhores, senão a melhor loja na Austrália, fora que o Toby Player (dono e irmão do BP) é uma simpatia, sempre muito disposto a responder qualquer tipo de dúvida. Quanto a taxação, você realmente deu sorte, apesar de que geralmente encomendas vindas da Australia acabam passando batidas!

      Quanto a nova linha ISS, que tem modelos nas principais marcas fabricadas na Indonésia, ela é sim oferecida com blocos PFS, nas linhas NMD e VS. Dá uma olhada depois na BBKing e também na 662mob. Aliás todos os blocos tem a opção ISS, menos o NRG+.

      Em relação as lojas brasileiras, é realmente difícil. Eu tento sempre recomendar a B2BR, apesar de já ter visto algumas pessoas com problemas depois da compra de uma prancha pelo site deles. Recomendo sempre que possível a compra lá fora mesmo.

      E finalmente sobre novos posts, um sobre nadadeiras está sim nos planos. Vimos agora a pouco tempo o lançamento das nadadeiras da Pride, e vou preparar sim algo mais pra frente. O próximo post vai ser a reprodução do texto que eu escrevi pra edição comemorativa da Revista RideIt!.

      Obrigado mais uma vez pela atenção e tempo, grande abraço!

  5. Fala Paulo, duvidas quanto a equipamento.

    Fiquei aproximadamente 8 anos parado, usava uma 42 bat tail, 60/40. Quando voltei ano passado, surfei com ela uns 3 a 4 meses (só final de semana) porem sentia uma certa dificuldade pois flutuava muito bem mas o “freio de mão” parecia puxado (tudo bem que a falta de ritmo também influenciava) tenho 1,70m 65kg. Fiz uma mudança não sei se “radical”, Passei para bloco PP 55/45 41,5 crescent tail, 1 stringer fundo surlyn. Na primeira onda já foi nítido que velocidade não seria mais problema (por pouco eu não fico pra trás e a prancha ia sozinha), ai a questão eu via que seria só de adaptação ao novo material.
    Agora após 8~9 meses sinto que adaptação esta tranquilo, mas ainda assim parece que falta alguma coisa quando as ondas não estão com muita força.
    Vou arriscar voltar pra bat tail, na verdade pretendo ficar com 2 equipamentos e ir testando cada um em cada tipo de mar, porem estou com duas opções. GT Mega-T e Science Pocket PP-Bat. Não sei se já usou algumas das marcas, mas pelo que leio nos seus posts experiencia e conhecimento sobre equipamentos você tem hehehe. Gostaria de uma opinião mesmo sabendo que em se falar de marcas e complicado, as vezes um se adapta melhor com uma outros com outra. Acha que o mesh da GT levaria vantagem ?? Final do ano pretendo trocar minha crescent tail por uma NMD, pois estou curioso em usar o equipamento depois de ter lido alguns comentários seu.
    Abraço

    • Então Daniel, uma prancha bat tail tem mais área na rabeta, então ela vai boiar mais e ter mais velocidade na parede, mas consequentemente as cavadas vão ser mais lentas. Em um mar sem muita força eu recomendo, inclusive tô usando uma Hubboard bat-tail pros dias pequenos. Acho importante ter mais de uma prancha, assim voce poupa aquela sua prancha mais rápida nos dias pequenos, onde a gente acaba fazendo muita força e estragando a prancha de alguma maneira. Quanto a marcas, as pranchas da fábrica da Indonésia são superiores às da fábrica de Taiwan, como GTboards, Nomad, Funkshen, Found e outras. Então numa comparação simples eu compraria uma Science. A Pocket tem um shape bem parecido com a NMD Ben Player, que eu considero a prancha mais versátil do mercado atual. Quando a prancha ter ou não mesh, a tela acaba dando um pouco mais de durabilidade, mas não leve isso como o fator primordial na hora da escolha. E finalmente, se tiver como e puder como comprar uma NMD, pode ir sem medo, são as melhores pranchas do mercado. Valeu, grande abraço!

  6. Valeu pela dica Paulo.
    Eu estava inclusive tentando uma hubboard bat tail mas não consegui aqui no Brasil, caso saiba de alguma loja que ainda tenha e que possa indicar ficarei agradecido, pois o dolar a esse preço fica uma brincadeira um pouco salgada comprar la fora e ainda correr o risco de ser taxado. Final do ano caso eu não consiga uma NMD que me agrade aqui, essa com certeza vou investir um pouco mais e comprar de fora.
    Abraço.

    • Aqui no Brasil fica realmente difícil achar alguma coisa. Essa minha Hubboard um amigo trouxe dos EUA mas não se adaptou, e eu acabei comprando dele. Um bom caminho é ficar de olho nas promoções das lojas australianas, principalmente na Bodyboard King. O frete é um pouco caro mas existe uma grande chance da prancha passar direto. Imagino que tudo que vem dos EUA acaba sendo checado, e muita coisa de outros países passa batido. É isso, abração!

  7. Fala Paulinho ótimo texto esclarecendo algumas duvidas sobre essas novas tecnologias,minha ultima aquisição foi uma stelth e estou amarradão com a board.Um abraço e continue dando essa força ao bodyboard.

    • Valeu Cláudio, as Stealth são feitas na mesma fábrica das NMD, então é qualidade garantida e construção perfeita perto do nível sofrível dos produtos nacionais. Abração!

  8. Grande Fleury esse bloco usado nas Hubbs, o quadcore, seriam também indicados para o surf no nordeste brasileiro, ou seja, em águas quentes? E outra, a prancha seria um pouco mais pesada e maior flutuação? Grato.

    • Fala Daniel, o bloco Quadcore é um bloco de PP um pouco mais fino e com uma camada a mais de PE por baixo do deck, pra tentar dar aquela sensação de prancha já amaciada mesmo quando nova. Como existem mais camadas a prancha é sim um pouco mais pesada mas nada que atrapalhe, pelo menos em ondas com um mínimo de força. Quanto a temperatura da água não vejo problema já que o PP aguenta bem em água quente. Mas não espere dela uma durabilidade absurda, como eu disse são pranchas mais flexíveis um pouco. Espero ter ajudado. Abraço!

  9. Grande Fleury, o colega acima falou, assim como vc já mencionou antes do site da Bodyboardking…poderia me explicar como é o processo de compra através do site deles? Tipo, eu vejo o valor em reais ( BRL ), e pago o frete que me informarem…quando chegar no Brasil, que deve demorar um pouco, ainda vou pagar mais taxas alfandegárias? Tipo, não tem como eu saber o preço final da prancha chegando em minha residência e assim aproveitar as promoções? Grato. E ainda, pode ser pago através de boleto? Me informe o que souber, tipo um tutorial…kkkk.
    Abraços.

    • Fala Daniel, tudo bem? Primeiramente eu só recomendo a compra lá fora nesse momento se for alguma prancha que você não encontra de jeito nenhum por aqui. Hoje o governo e os Correios dificultam demais qualquer compra internacional. O que antes levava 1 mês pra chegar, agora pode demorar até 3 ou 4 meses e com grandes chances de taxação.
      Quanto a sua dúvida, não tem como saber exatamente quanto você vai gastar, porque existe a chance de ser taxado sim. A taxação é de 60% em cima do valor do produto+Frete. Muitas vezes o valor taxado é arbitrário ou seja, loteria total. Pagamento é sempre por cartão de crédito internacional ou PayPal.
      Como eu falei hoje temos disponibilidade de marcas internacionais oficialmente no Brasil e se você colocar no papel a diferença de valor não é grande, já que aqui você terá a prancha imediatamente e com facilidade de pagamento. Qualquer outra dúvida estou a disposição, espero ter ajudado.

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