Entrevista: Adílson “Chumbinho” Jr.

Mais um post nesse final de ano e hoje inaugurando uma nova sessão desse Blog, que começou sem a menor pretensão lá no começo de 2014. 🙂

Hoje vou falar de um nome que é lenda viva da história do Bodyboarding brasileiro. Não só por tudo que fez no esporte, mas também pelo coração e carisma enormes.

Eu comecei a pegar onda de Bodyboard no verão de 1991/1992, e lembro bem que Adílson Junior, mais conhecido como “Chumbinho”, era figurinha carimbada em qualquer evento ou competição no estado e no país. Fotos de sua performance precisa eram comuns em revistas da época e Chumbinho ganhou fama rapidamente como o melhor atleta amador do Brasil, e um dos poucos a conseguir ganhar do maior nome do nosso esporte, o carioca multi-campeão Guilherme Tâmega. 

Até hoje se comenta sobre uma final na Praia das Pitangueiras no Guarujá onde Chumbinho fez duas notas 10 e deixou GT em situação mais do que complicada, ganhando consequentemente o campeonato. Definitivamente um feito para poucos.

Minha história pessoal com competição é bem atípica, já que comecei a competir não tão novo, com 21 anos. Sempre ficava muito nervoso nas baterias e até hoje acho que meu estilo/linha de onda não me favorecem muito em campeonatos, então pra mim sempre foi mais um desafio pessoal mesmo do que qualquer outra coisa. Mesmo assim consegui competir o Circuito Mundial Profissional em 2000, chegando ao evento principal em etapas como Rio e Pipeline, e isso pra mim foi um feito pessoal histórico.Sempre acompanhei o cenário e continuei competindo o Circuito Paulista depois disso, e em um campeonato na Praia do Tombo já em 2009 ou 2010 tive contato finalmente com Chumbinho, que tentava reorganizar a Federação Paulista por aqui com uma enorme boa vontade.

Chumbinho ainda é nome fácil no outside nos melhores dias, sempre desfilando muita calma e técnica. Foto: Surf Salada

A primeira impressão nesse contato foi a melhor possível, Adílson é um cara super acessível e muito, mas muito gente fina. Chumbinho estava voltando a surfar depois de um tempo parado e depois disso viramos amigos, de sempre se encontrar em Pauba e dividir o outside, coisa que eu nunca imaginei nem no meu melhor sonho. Logo as conversas sobre temporada havaiana, Pauba sem ninguém no começo dos anos 1990 e a tal bateria histórica com GT se tornaram comuns, pra meu delírio obviamente. Era parte da história áurea do Bodyboarding nacional, ali ao vivo e a cores na minha frente. Chumbinho é aquele tipo de pessoa que se você sentar no bar fica horas escutando ele falar, tranquilamente. Falando sobre Bodyboarding então, a conversa vai longe.

Então a ideia dessa entrevista não é recente, já tem algum tempo mas só agora se tornou finalmente realidade. Agradeço desde já ao grande Chumbinho por toda a disponibilidade e paciência de sempre.

• WP: Chumbinho, primeiramente como você se interessou pelo esporte e qual foi exatamente seu primeiro equipamento (prancha e pé de pato), e em que ano?

Chumbinho: Em 1987 vi uma amiga com uma prancha Morey Boogie Mach 7-7. Eu já vivia na praia, muitas vezes brincando com prancha de isopor, aí no Natal minha mãe me deu uma Mach 7-7 com deck azul e fundo amarelo. O pé de pato era uma nadadeira Cobra spinta e depois já comecei a usar o Redley tradicional que dominava as praias do Brasil.

 • WP: Como era a variedade de marcas no mercado na sua época de competidor e qual o tamanho do domínio da Morey Boogie na época? Existia uma rixa entre atletas pelas marcas utilizadas (BZ x Morey Boogie por exemplo)?

Chumbinho: Basicamente o mercado era dominado por Morey Boogie e BZ, depois vieram Speedo, Genesis, Maikai e algumas outras. Rixa entre as marcas não existia, mas sim um certo bairrismo entre os estados e sobre a hegemonia competitiva no esporte.

Aquele pódium com Guilherme Tâmega em segundo lugar é coisa para poucos nesse mundo. Foto: Arquivo Pessoal Adílson Jr.

• WP: Qual foi o seu primeiro patrocínio de prancha e como funcionava (quantidade e modelos de prancha que você recebia)?

Chumbinho: Meu primeiro contrato foi com a Morey Boogie no final de 1988, e 1989 durante o ano todo. Eu era atleta amador mas eles davam todo o suporte (passagens, hospedagem, alimentação e inscrições nos campeonatos) para competir o Circuito Estadual e o Circuito Brasileiro. Nesse ano fui Vice-campeão Brasileiro Amador. Eu sempre usava a Mach 7-7 tradicional, era o carro chefe da marca e até hoje uma das pranchas mais vendidas da história, senão a mais vendida. Mas testei alguns outros modelos entre eles a 7-SS. Quanto a quantidade de pranchas, eram 4 pranchas a cada 3 meses, num total de 16 pranchas no ano.

• WP: Qual foi seu melhor patrocínio e melhores pranchas que usou quando atleta e até hoje?

Chumbinho: É difícil dizer qual o melhor, mas naquela época tive bons patrocinadores que davam suporte total para os eventos alguns até ajuda de custo mensal para um atleta que era amador, algo impensável hoje em dia até para os profissionais. As pranchas da Morey Boogie eram realmente muito boas, não por acaso dominaram o mercado por tanto tempo.
Mas tiveram outras também: Tive patrocínio da Maikai, fui Campeão Brasileiro surfando pra eles e tínhamos a liberdade de ir até a fábrica desenvolver o shape e qualquer outro detalhe. Guilherme Tâmega tinha patrocínio da Ombak e fazia o mesmo trabalho de desenvolver as pranchas.

Meu último evento como profissional foi a etapa do Mundial no Guarujá em 1995 e nessa época eu usava uma Wave Rebel, que ficou muito conhecida nas mãos novamente do Guilherme.
Após essa era competitiva fiquei 5 anos sem cair na água, retornei usando uma Turbo IV e hoje uso as GT Boards, tenho uma Mega-T 42.5″ Crescent Tail e uma Flash 42.5″ Bat-Tail. Mas estou no aguardo para testar a Science Style Loaded 42.5″ que você usa e tanto fala!

Estilo e técnica impecáveis até hoje. Foto: Surf Salada

• WP: Como as pranchas e materiais evoluíram ao longo do tempo na sua opinião? Como era surfar Pipeline por exemplo com pranchas tão moles comparadas com as de hoje?

Chumbinho: A evolução dos materiais foi gigante, não tem nem como comparar. Olho algumas pranchas hoje em comparação com as que eu usei no começo e a diferença do material, construção e acabamento é enorme. Hoje tem diferentes blocos, telas, stringers removíveis que você troca e tudo mais. É outro mundo praticamente.
Quanto a surfar com pranchas moles, eram os materiais que haviam na época (PE sempre), a grande diferença era mais nas pranchas de Arcel que a BZ tinha (algo mais parecido com o PP de hoje em dia), o restante basicamente era muito parecido.

• WP: Como era e como é sua relação com os equipamentos? Qualquer prancha no seu tamanho te serve ou você se interessa de alguma maneira pelo shape/desenho/materiais e coisas do gênero?

Chumbinho: No começo a minha primeira prancha era gigante, eu mesmo não tinha conhecimento nenhum. Medíamos a prancha pela altura do umbigo (a minha na época chegava quase no peito). O próprio mercado não tinha variedade de tamanhos, a maioria das pranchas era 42 ou até 43.
Depois com um pouco mais de experiência isso foi melhorando, mas na Morey Boogie eu usava as pranchas de fábrica normais, iguais as vendidas nas lojas mesmo.
Depois tive outros patrocinadores e pude usar pranchas específicas. Teve uma passagem interessante em que eu e o Guilherme éramos atletas da Ombak, e ele já usava as pranchas com o shape/desenho da atual GT Flash. Ele fez uma para ele e uma maior para mim. Testei um dia antes do evento mas reclamei, não me adaptei de cara. Durante o evento fui me encaixando com a prancha, que virou aquela prancha mágica! No fim fizemos a final do Estadual, eu contra ele naquela bateria histórica com as maiores médias até hoje do Circuito Paulista Profissional.

Com Guilherme Tâmega, uma grande amizade até hoje. Foto: Arquivo pessoal Adílson Jr.

• WP: Tem uma história do Guilherme pegar uma prancha do palanque pra você no Mundial de Pipeline em 1991, pode contar essa história?

Chumbinho: Na época era obrigatório os atletas usarem pranchas Morey Boogie no Mundial, que acontecia em etapa única. O Guilherme estava treinando e competindo com elas e o caddie (atleta que entrava junto caso o titular tivesse algum problema com o equipamento) entrava com o material sobressalente, ele havia me prometido a prancha caso ele fosse para a final, só que a prancha dele estava toda destruída. Aí no final do evento ele apenas trocou por uma um pouco mais nova. 🙂

• WP: Como foi essa experiência de trabalhar de Caddie pro Guilherme no mundial de Pipeline com ondas enormes em 1991? (Talvez o maior mar em Mundiais tirando o de 1994)

Chumbinho: Foi muito maneiro! Ter a oportunidade de entrar na água várias vezes e entre uma bateria e outra ainda dava a sorte de surfar uma onda em Pipeline sem crowd, coisa de sonho mesmo.
Mas fui caddie também de alguns outros brasileiros no evento, e a fissura de estar na água era muita mesmo com o mar daquele tamanho.

Chumbinho e Pauba, uma combinação perfeita já de muitos anos. Foto: Fabrício Alabarce

• WP: Como você enxerga o mercado atual e o futuro do esporte no Brasil?

Chumbinho: Vejo lojas físicas muito legais, com equipamentos excelentes nos principais estados, temos a Surf Trunk em SP, Vortec no RJ, a High Score no Ceará, fora as lojas virtuais. Todos os materiais de ponta disponíveis e uma grande diversidade de pranchas na água, isso é muito bom pro mercado, todo mundo ganha com mais opções disponíveis. E olha que esse nosso dólar não ajuda né?

Acho que o futuro do esporte passa obrigatoriamente pelo cenário competitivo, e a Cbrasb vem fazendo um belo trabalho a nível nacional. Um circuito sólido como o que aconteceu esse ano, e temos também o Mundial em Itacoatiara que já faz parte do circuito APB há anos. Quanto aos estaduais, em São Paulo o ano de 2018 foi um ano atípico devido a alguns problemas de bastidores, mas para 2019 temos uma boa perspectiva de volta das atividades. (Chumbinho é hoje presidente da Febbesp)

• WP: Pra finalizar, o quanto esse esporte definiu quem você é hoje? Qual a importância geral do Bodyboarding na sua vida, na sua história?

Chumbinho: Sou de uma família humilde e com o esporte conheci muitas pessoas, lugares e culturas diferentes. Viajei quase o litoral brasileiro inteiro e para o exterior fazendo o que mais gostava, sendo pago pra isso. Isso definitivamente ajudou bastante no meu desenvolvimento como pessoa.

E após parar de competir e ficar longe do esporte por alguns anos retornei como organizador de eventos e vejo que até hoje sou muito respeitado e isso é muito gratificante.

-X-

Foto: Surf Salada

Quero agradecer aqui mais uma vez o tempo e a paciência disponibilizados pelo Chumbinho, posts como esse engrandecem demais esse Blog e como eu escrevi antes nunca nem imaginei um dia fazer algo dessa importância.

Um ótimo final de ano pra todos que prestigiam esse Blog, vejo vocês na água!

 

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Teahupoo, Tahiti: medo e desejo

Tava devendo um texto dessa viagem, esse ano foi bem corrido e confuso pra mim, 1000 coisas acontecendo ao mesmo tempo e não tava com saco de escrever mesmo. Mas agora foi e acho que esse pequeno relato é bem interessante.

No meio desse ano (Junho/Julho) eu realizei talvez o meu maior e mais tenso sonho, que era surfar Teahupoo, no Tahiti. Recrutei dois amigos mega alucinados e em dezembro de 2017 eu, Abner Scopetta e Alex Detter compramos as passagens.

Descendo aquela ladeira no chamado ‘West Bowl” de Teahupoo. Foto: 1800jakespeaking

Eu já tinha ido pro Hawaii quando era mais novo, na temporada 2000/2001, surfei Pipeline muitas vezes durante 2 meses junto de mestres como Paulo Barcellos, Hermano Castro e Guilherme Tâmega, e competi o Mundial por lá inclusive, mas Teahupoo sempre ficou na minha cabeça, sempre com esse sentimento duplo de medo e desejo. Muita gente já havia me falado que a onda não tinha tanto segredo assim, que era “só tentar remar do lugar certo”, mas fiquei praticamente 4 ou 5 meses antes da viagem vendo 1000 vídeos e passando um nervoso enorme imaginando como seria.

Alex Detter também botou pra baixo, ganhando o respeito dos locais.

É definitivamente a onda mais perigosa do mundo, todo o lineup é tenso, a remada da praia até o reef, os barcos no canal, o crowd apenas de gente mega conceituada e de locais completamente insanos e destemidos. Cada onda e cada série sobe de um jeito e numa parte diferente do reef, então é impossível prever qualquer coisa quando a onda vem na sua direção. Confesso que nas primeiras quedas me senti um ET, sem saber onde ficar ou sentar e questionando mesmo se tinha feito o certo de ir até lá. Nessas horas humildade é essencial, é uma questão de sobrevivência e de você não fazer uma besteira e colocar pelo ralo uma viagem que foi planejada com tanta antecedência e expectativa.

Aquele tubo que faz esquecer o quão perigoso é esse lugar. Foto: 1800jakespeaking

Vou contar aqui o caso que mais me marcou em relação a onda mesmo, de como a gente tem que estar preparado física e psicologicamente sempre, e de que somos meros coadjuvantes nessas horas. Fiz uma forte preparação física especialmente pra essa viagem desde fevereiro desse ano, isso é o item número 1 pra quem pretende algum dia encarar Teahupoo, e mesmo assim no fim a gente acaba passando algum apuro.

Num dia comum pra lá, com ondas de 6 a 8 pés, (Teahupoo pode quebrar até com 15-20 pés de face como todo mundo sabe) eu caí cedo e fiquei surfando meio impaciente no meio do crowd, e depois esperei a galera sair pra almoçar e ver se sobrava alguma boa (mesma tática que eu sempre fazia em Pipe). Já batia uma brisa meio maral/ladal que tava atrapalhando um pouco, mas como tinha pouca gente valia a pena ficar. Mesmo com aquela textura de vento a onda segura e dá pra pegar uns tubos.

No fim eu consegui pegar uma muito boa na frente do bodyboarder local mega casca grossa Alvino Tupuai, uma daquelas que já baforam no meio do drop, e que você meio que não enxerga muita coisa, só dá pra colocar no trilho e rezar pra sair no canal. Se você remar no lugar certo muitas vezes isso acontece e é só alegria.

Mas depois dessa veio uma daquelas séries que vem por cima do horizonte (lá você não vê a série vindo na maioria das vezes, galera dos barcos que consegue ver e assobia), e eu fui pego meio desprevenido um pouco mais pra baixo do que o pessoal que ainda estava no mar, e a experiência não foi definitivamente das melhores. Eu e um outro bodyboarder de Aruba, tomamos 4 ou 5 ondas de 8 pés na cabeça, naquela região onde a água chupa e parece que “abriram o ralo”, super comum em qualquer vídeo sobre essa onda.

Abner Scoppetta botando pra baixo naquele mar já com um vento bem de lado. Foto: Armando Goedgedrag

A primeira onda quebrou na minha frente e eu ainda consegui furar dando um joelhinho, mas na mesma hora toda a força do mar arrancou a prancha das minhas mãos e eu simplesmente virei passageiro de uma viagem um tanto turbulenta. Fui jogado e arremessado pra cima e pra baixo, e fiquei tentando não gastar o ar e manter a calma. Sabe aquela história de “você não sabe onde é pra cima e onde é pra baixo”? Sim, ela existe e é mais que real. Embaixo d’água a primeira coisa que me veio a cabeça foi que se o meu leash/cordinha estourasse eu estaria na pior condição possível, inclusive pra sair do mar. Lá em Teahupoo a onda quebra a uns 20 minutos de remada da praia, e na hora de sair você ainda rema contra uma corrente super forte, é um desafio físico mesmo. Sem prancha eu estaria em péssimos lençóis. Foram momentos de tensão e entre uma onda e outra só dava pra subir, puxar ar e afundar de novo, rezando por uma calmaria. Ter um bom controle mental ajuda demais nessas horas, se desesperar só vai te atrapalhar, seu batimento cardíaco vai subir e você vai consumir ainda mais oxigênio do pouco de ar que sobra nos pulmões. Difícil imaginar alguma calma nesse momento, mas isso é fundamental.

O que sobrou do leash Gyroll e da minha Science Pocket LTD depois de 5 ondas médias de Teahupoo na cabeça: confiança nos equipamentos é essencial. 

E aí eu bato numa tecla importante e que é o motivo de existência desse Blog. Nessas horas a gente tem que estar com os melhores equipamentos possíveis, a Natureza é completamente imprevisível seja aqui no Brasil ou em qualquer onda ao redor do mundo. E um leash de boa qualidade pode fazer a diferença entre tomar “apenas” a série na cabeça ou perder a prancha e ter que pedir ajuda pra alguém na zona de impacto da onda mais perigosa do mundo. Desde o ano passado eu conto com o suporte da Science Bodyboards e de seus acessórios aqui no Brasil, e graças a Deus meu leash Gyroll aguentou firme e forte, perdeu sim a forma, esticou e ficou todo liso (vide foto). Mas não estourou, e quando a série passou minha prancha estava do meu lado. Foi “só” remar esbaforido pro canal e agradecer por não ter batido no fundo ou ficado sem ar e apagado. Ufa!

Nos dias menores quebram ondas com a mesma perfeição e perigo, em cima de uma bancada bem afiada. 

Sim, isso é real. Teahupoo é um lugar onde você realmente se sente em cima de uma corda bamba equilibrando a sua vida junto de tanta adrenalina, crowd, água salgada e baforadas. Não existe um momento em que a possibilidade de dar um problema grave não passe pela sua cabeça. E resolver isso com calma é definitivamente pra poucos. 😉

No fim o maior problema além da onda mesmo talvez seja o crowd, a onda já é suficientemente perigosa e você ainda tem que lidar com dezenas de surfistas e bodyboarders super técnicos e que não estão ali pra brincadeira. Como em Pipeline existe uma hierarquia na fila e o clima dentro d’água está longe de ser amistoso. Haja paciência.

Por hoje é isso, já estava ensaiando esse texto sobre a viagem e espero escrever mais em 2019, esse ano teve pouca coisa aqui no Blog e isso realmente me incomoda, foram 3 posts só. Vamos ver se até a virada do ano sai mais alguma coisa.

Vejo vocês na água, abraço!